sábado, 12 de janeiro de 2013

Aventuras de um Bardo - 9ª Parte

   --Muito bem, vou começar, é uma longa história, e eu vou me esforçar para resumi-la. Quando eu era jovem, eu era bem forte. Era forte o bastante para sobreviver. Em uma de minhas aventuras, obtive, na minha parte, uma joia tão brilhante quanto o sol. Na verdade, nós encontramos quatro delas, e, sendo cinco, cada um recebeu uma, e um outro recebeu outro artefato. -- Grundor fez uma pausa para ver se estavam prestando atenção ao que dizia, e voltou a falar -- Parece que os outros três aventureiros criaram coisas impressionantes com essas joias, um deles criou uma espada, outro um machado e o outro... Dizem que ele criou algo que o permite voar pequenos trajetos. Não sei o que ele fez. O que importa é que o quinto membro roubou a minha joia, já que não mexi nela e guardei-a como lembrança. Não sei o que ele quer fazer, mas aquela é minha joia.
   --Então, nós vamos invadir o local onde ele está e tomar a tal pedra, seja lá o que for. -- Jack cortou a fala do anão -- O problema é que ele não roubou sozinho, estava com um grupo. E por isso fomos chamados, certo?
   --Isso, e também eu estou já muito velho para as aventuras. Mas não deverá ser um problema que vocês não possam resolver. Eu já mostrei onde eles estão escondidos, não terão que procurar. Como recompensa terão a quantia de dez moedas de ouro, o que já é muito, e poderão levar qualquer coisa, exceto a joia, que encontrarem lá.
   --E quando saímos? -- Disse Allan, claramente ansioso com a aventura.
   --Amanhã, pela manhã. E já podemos ir descansar e nos preparar, certo chefe? -- Respondeu Jack, com um sorriso bem tosco, tosco pelas cicatrizes, as quais Allan não havia se acostumado, e feliz.
   --Sim, podem ir já. Eu vou preparar o café de vocês e vou dormir, também. Boa noite.

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